Confiança do empresário do comércio segue em queda na capital
Recuo de -4,8% na variação mensal pode sinalizar redução no consumo e, consequentemente, no volume de negócios
Instituto Fecomércio
Recuo de -4,8% na variação mensal pode sinalizar redução no consumo e, consequentemente, no volume de negócios
Em fevereiro, indicador teve um aumento marginal de apenas 0,2%, segundo a pesquisa do Instituto Fecomércio AL e da CNC
A expansão do crédito e o aumento dos gastos aquecem o setor a curto prazo, mas evidenciam desafios para o equilíbrio para o orçamento familiar dos próximos meses
Após meses de queda, indicador voltou a crescer em novembro e, em janeiro, chegou perto dos 1% do agregado para o Brasil
Setor de bens duráveis foi o que mais sentiu o desânimo do empresariado do comércio, caindo -10,4%, em janeiro
A pressão inflacionária e o aumento dos juros contribuíram para o endividamento subir 0,3%, enquanto o 13º ajudou na redução de -3,3% na inadimplência
Enquanto o indicador subiu 1,7% na capital alagoana, o crescimento médio das capitais brasileiras foi de 0,7%
Refletindo as incertezas econômicas, índice de confiança fechou 2024 em queda
Com ticket médio estimado em R$ 320,15, consumidores irão movimentar os shoppings e o Centro nas compras de Natal
Mês também registrou redução no ritmo de crescimento da inadimplência, que marcou 3,3%. Com os recuos, há uma perspectiva maior de consumo para a reta final de ano
Mesmo pequeno se comparado aos 7% de outubro, crescimento sinaliza a consolidação do segundo semestre como um bom período para o varejo
Indicador registrou -0,4%, em novembro, demonstrando uma redução significativa no ritmo da queda quando comparado aos -1,4% de outubro